Portais secretos entre nós, alternando vez e voz, o enigma de viver , em companhia ou a sós. Nosso mundo sem mundo, apenas nuvens espaças, sonhos, corpos e carcaças, mudando a cada segundo. O poço sempre é mais fundo de tudo o que nós pensamos, caímos e nos levantamos, conhecemos o submundo, somos projetos oriundo do berço da insanidade, quem saberá a verdade , desse viver moribundo. A morte tão rejeitada vive alimentado a vida, passa desapercebida quase sempre ignorada, cada sardinha pescada, ou mesmo uma ave frita, é a morte que sofre e grita, para vida ser saciada. Quem viu finge não ver nada porque falta consciência , nesse mundo de demência e tanta gente alienada, de tantas vidas passadas muitas delas nem viveram, sorte que não conheceram, saíram sem viver nada. Tantos portais já se abriram , foram muitos mensageiros, sentimentos verdadeiros que os humanos nem sentiram, não falaram e nem ouviram porque fingir é melhor, a matéria vira pó, mas quando a vida se esvai, é...