O homem da cabana é um andarilho do tempo, distante de sua morada, carregando o peso da fadiga e da tristeza em suas longas jornadas pelo mundo. Desde o dia em que partiu de Alnilam, vaga pela terra em busca de compreender aquilo que deveria ser um paraíso, mas que se revelou um berço de resistência. E mesmo quando o universo enviou seus anjos para auxiliar, parte deles sucumbiu à corrupção, espalhando a desesperança sobre o planeta.
Simples, sereno e firme na defesa do bem, ele foi enviado à Terra em uma missão de reconhecimento que logo se transformou em um árduo chamado de auxílio. É fácil encontrá-lo: está presente na simplicidade daqueles que amam a vida sem a necessidade de brilhar intensamente. No entanto, mesmo no anonimato, divulga incansavelmente a urgência da garantia de direitos, pois o de igualdade ainda parece uma utopia distante.
Chamado de Malin, ou simplesmente o Enviado de Órion, o homem da cabana pode estar bem próximo de você, convidando-o a repensar conceitos sobre a carência de poder e a de compreender que a vida, em sua essência, não exige excessos. Afinal, somos todos parte de uma história coletiva, onde o único verdadeiro soberano é o tempo. A partir dessa reflexão, percebemos que civilizações extintas, metrópoles submersas pelo mar tudo pertence à ação do tempo. E diante disso, resta imaginar os meros humanos em seus breves dias de existência.
A história do futuro escrevemos no presente, e infelizmente os que exalam o ódio, bem que poderiam divulgar a bondade para que no futuro se não forem lembrados como heróis, não serem taxados de vilões. O homem da cabana alerta também para os julgamentos, certo ou errado é uma definição que exige verdade e fatos, não apenas sentimentos de empatia. No entanto quando fazemos uma reflexão do que somos, no mínimo encontramos o terrível SE, o que nos fará refletir novamente.
"O conhecimento é um farol na escuridão"

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