Contos e Encantos
7 de fev. de 2026
Contos e Encantos: Plataforms Humanas
Plataforms Humanas
Plataformas humanas não diferem tanto dos meios corporativos: ambos exigem empenho, tempo e dedicação. Tudo isso está ligado à lógica da espera, pois nada acontece de um dia para o outro. São investimentos de médio e longo prazo. Toda pessoa vencedora já enfrentou perdas, mas não desistiu; aprendeu com os erros, fez as correções necessárias, reinventou-se e seguiu em frente até alcançar a vitória.
No ambiente corporativo, muitas empresas passaram por dificuldades, algumas até enfrentaram processos judiciais. Refizeram planejamentos, atualizaram planilhas de gastos, mudaram gestões e, com muito trabalho e disciplina, evitaram a falência. Conosco acontece de forma semelhante: às vezes entramos em crise e precisamos tomar a difícil decisão entre vencer ou perder. Se escolhemos vencer, que é o caminho lógico, assumimos a missão de nos reinventar, rever conceitos, elaborar uma nova “planilha da vida” e agir com determinação.
Plataformas humanas podem parecer convencionais diante da inteligência artificial, que oferece respostas e soluções imediatas. No entanto, se não somos tão rápidos quanto as máquinas, somos mais racionais. O grande inimigo dos nossos projetos é, sem dúvida, a pressa. Talvez faça parte da própria natureza humana essa urgência constante e, pior ainda, cada um à sua maneira.
Algumas empresas, ao esquecerem a necessidade de atualização, insistiram em gestões ultrapassadas, auditorias tendenciosas e direções duvidosas. Nesse cenário, o futuro inevitável é a falência. Já aquelas que ousaram sair do convencional, apostaram em investimentos, realizaram pesquisas de mercado e perceberam o risco da obsolescência, agiram com determinação. Essas empresas cresceram e se transformaram em verdadeiras potências.
Vale lembrar que essas empresas são conduzidas por nós humanos, que podemos colocar em prática a fórmula do sucesso em nossas vidas, nos reinventar e atualizar a nossa gestão pessoal, fazer uma auditoria na nossa planilha de costumes, e sair da mesmice. Esse também é um investimento pessoal a curto e médio prazo, quem fizer as pressas poderá encurtar a nossa aceitação pessoal na sociedade.
Após identificar a carência de mudança, elaborar um plano de recuperação identificado com as reais necessidades, nem que esse processo seja lento e doloroso, mas precisamos executar e acompanhar criteriosamente. Abandonar o quesito melindre, aceitar que é preciso mudar. Talvez o mais desafiador seja encarar que em nossas auditorias pessoais detectamos pessoas as quais precisamos nos distanciar, não podemos hesitar nem colocar em risco os nossos planos de mudança. Mas devemos fazer isso com cautela, consciência e critério, assim evitaremos constrangimentos ou conflitos.
6 de fev. de 2026
Contos e Encantos: Helena e a Fada das Letras
5 de fev. de 2026
Contos e Encantos: O Mapa Mágico
O Mapa Mágico
O mapa mágico, é uma fábula um homem marcado por perdas e conflitos, que partiu a vagar em busca de reencontrar o sentido da vida. Sem direção, seus passos o levaram a terras distantes e de difícil acesso. Quanto mais caminhava, mais parecia se afastar daquilo que procurava.
Exausto e faminto, já ao cair da tarde, encontrou um lago sereno. Bebeu da água fresca e, com um lençol que carregava na mochila, improvisou uma rede de pesca. A sorte lhe sorriu: conseguiu capturar um belo peixe. Ao limpá-lo, descobriu dentro dele um pequeno canudo de papel com uma mensagem enigmática: “A casa é você, reconstrua.”
Tomado por um impulso, decidiu regressar ao seu antigo lar. Após uma longa e árdua caminhada, finalmente chegou. Dirigiu-se direto ao espelho e, diante do artefato, perguntou: — Sou um homem bom... por que a vida me é tão difícil? O espelho começou a tremer, desprendeu-se da moldura e desapareceu, deixando apenas o silêncio e o mistério no ar.
Como em um conto de fadas, o pequeno canudo de papel ganhou vida e perguntou ao homem de que forma ele pretendia recomeçar sua jornada. Preso ainda às velhas práticas, o homem respondeu com planos que refletiam o passado.
Então, o mapa mágico se iluminou e começou a revelar sua história. A cada erro cometido, surgia um ponto vermelho. Em poucos instantes, restava apenas um pequeno círculo branco no centro. Dali emergiu um mago, que o fitou e lançou uma pergunta:
— É só isso que você é? Um homem acorrentado a antigos costumes, sem ideias para reinventar a própria vida? Não bastaram as perdas de amores e de tempo? O mago prosseguiu com voz firme: Eu conheço o caminho do lago e voltarei para lá. Mas saiba: cada vez que repetir os mesmos erros, sua vida se tornará solitária e insuportável. Quero ajudá-lo, mas lembre-se: a casa é sua, e eu não construirei outra em seu lugar.
Sofra, aprenda com os próprios erros e reconstrua sua vida. Faça isso sem complicar a existência de outras pessoas, pois a vida é sua, e com ela vêm todas as cores: alegria, tristeza, abandono, prazer e sofrimento. Pense bem: até o espelho pode lhe abandonar.
O espelho somos nós. Chegará o dia em que não conseguiremos convencer nem a nós mesmos sobre quem realmente somos ou quem desejávamos ser. Esse será um momento difícil. Por isso, antes que ele chegue, o ideal é começar os reparos internos, e não são poucos. O mapa mágico pode ser encontrado por qualquer pessoa disposta a buscá-lo. Mas não se engane: não é uma jornada simples. É preciso coragem e resignação. Ainda assim, todo esforço será recompensado.
Reconstruir desafia-nos a desapegar da mesmice, a encarar a realidade e a aceitar a verdade sobre nossa necessidade de evolução. É urgente rever conceitos e libertar-se da dependência do ego. Esse é o verdadeiro mapa mágico: uma força capaz de moldar a natureza espiritual de cada ser. Não é feitiçaria, mas o resultado de querer reencontrar-se na vida.
"O conhecimento é farol na escuridão"
4 de fev. de 2026
Contos e Encantos: CORRENDO NA FRENTE
3 de fev. de 2026
Contos e Encantos: Uma Vida Mais Leve
Uma Vida Mais Leve
Uma vida mais leve acontece quando o nosso autoconhecimento existe de forma convencional e atuante. Quando isso acontece conseguimos esvaziar o peso da nossa mochila invisível, e entender que o excesso é um vilão poderoso que subtrai as nossas forças. Nesses momentos desafiadores é essencial mostrar a nossa força interna, e não permitir que ele assuma o comando.
A humanidade é um misto de amor e ódio, ainda bem que o amor é bem maior e faz com que a solidariedade se faça presente. Entramos agora em uma situação delicada, criar divisas entre solidariedade e obrigação, se permitirmos que elas se misturem, a nossa mochila vai ficar pesada e insuportável, é a hora do descarte.
Como tudo na vida exige reflexão e decisão, vamos identificar as nossas prioridades, é claro sem abandonar a solidariedade, monitorando para não deixar ninguém cair com o próprio peso que carrega.
Uma vida mais leve exige coragem para desafiar nosso próprio estado emocional, se os sentimentos superarem as razões, estamos perdidos. Existem também situações nas quais não temos muita escolha, no entanto é necessário criar alguns atalhos pelos quais possamos continuar de pé, se não tivermos essa consciência acontecerão quedas múltiplas.
Viver é preciso, não podemos nem devemos ignorar o dever de cuidar das nossas vidas, para que de uma forma mais saudável possamos absorver pesos extras. Isso não é egoísmo, é sensatez.
Muito embora a tecnologia com a inteligência artificial esteja contribuindo muito com recursos de orientação e ação, possivelmente nunca sentirá a emoção que nos humanos sentimos, é exatamente o excesso que faz um alerta; ou administramos o nosso emocional, ou sucumbimos em um mundo vulnerável e dependente mais acelerado do que o atual.
Merecemos uma vida mais leve, mas para quem cruzar os braços e esperar que o tempo resolva tudo, vai se arrepender amargamente, ao contrário de ficarmos de braços cruzados, precisamos arregaçar as mangas, ir a luta, e não dar trégua na guerra contra o excesso. Vamos encontrar forças para executar o que a lógica exige, e aliviar nossa mochila antes que ela desabe sobre nós.
Podemos ser solidários, gentis e muito mais, mas é fundamental proteger também o nosso próprio universo interior. Precisamos fortalecer tanto a razão quanto a emoção, pois sem saúde mental não há corpo saudável. Diante de realidades concretas e questionamentos legítimos, ainda que incertos, libere o que não pode carregar e siga em frente. Que a sorte acompanhe a todos nós.
"O conhecimento é um farol na escuridão"
2 de fev. de 2026
Contos e Encantos: Remorso e Sentimento
1 de fev. de 2026
Contos e Encantos: O Número da Sorte
O Número da Sorte
O número da sorte talvez esteja mais ligado à nossa sintonia com o universo do que às explicações da numerologia ou da astrologia. Acreditar na existência da sorte é essencial, mas antes de buscá-la precisamos reconhecê-la e acolhê-la, em vez de ignorá-la como tantas vezes fazemos. Poucas vezes agradecemos por uma conquista, preferindo atribuí-la apenas ao nosso esforço o que parece lógico, mas incompleto. Afinal, trabalho e sorte formam uma parceria poderosa e quase infalível.
Tique, a deusa grega da sorte, era representada por um leme, símbolo de sua função de conduzir os destinos do mundo. Como é comum à humanidade, essa ideia acabou recebendo interpretações vagas e, com o tempo, a sorte passou a ser vista sobretudo sob a ótica dos bens materiais. Assim, muitos passaram a associá-la à riqueza e ao acúmulo de posses, deixando em segundo plano valores essenciais como saúde e paz, que também são expressões genuínas da verdadeira fortuna.
O número da sorte, por vezes, está prestes a bater à nossa porta, mas em um instante de infelicidade alguém afirma não ter sorte. Muitas vezes essa percepção nasce de um vazio interior tão profundo que impede de enxergar a natureza instável do mundo, tão variável quanto a altura das ondas. A sorte, que estava próxima, ao ser negada, acaba se afastando novamente como se fosse ignorada por nós.
O segredo está em acreditar, persistir e compreender que não cabe a nós decidir o instante em que a sorte virá nos visitar. Pessoalmente, não creio que alguém seja capaz de revelar o número da minha sorte. Reconheço o valor dos estudiosos e de seus saberes, pois o conhecimento é farol na escuridão. Ainda assim, atribuo ao universo esse mistério. A sorte existe, não se fragmenta; e pode nos surpreender a qualquer momento.
"O conhecimento é um farol na escuridão"
Contos e Encantos: Plataforms Humanas
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